Via Varejo lucra R$ 14 milhões no 3º trimestre

A Via Varejo (dona da Casas Bahia e Ponto Frio) apurou lucro líquido de R$ 14 milhões no terceiro trimestre de 2017, versus perda de R$ 90 milhões um ano antes, considerando as informações revisadas do resultado consolidado, segundo dados entregues à Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

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Liliane Bettencourt, herdeira da L’Oréal, morre aos 94 anos

Bettencourt era conhecida como a mulher mais rica do mundo, com patrimônio líquido estimado em 39,5 bilhões de dólares pela Forbes

Paris – A empresária francesa e herdeira da gigante de cosméticos L’Oréal, Liliane Bettencourt, morreu aos 94 anos, informou sua filha nesta quinta-feira.

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Assista toda Segunda-feira o Programa Gestão Familiar, que conta com a presença de profissionais e que mostra cases de sucesso, com o objetivo de auxiliar as dúvidas cotidianas acerca do seu negócio de família!

A Importância do Fundador nas Empresas Familiares

 Por Domingos Ricca, ricca@empresafamiliar.com.br

Sem dúvida, a figura mais importante da empresa familiar é o fundador. O pai, o avô, aquele que desenvolveu e concretizou o negócio é exemplo a ser seguido pelos familiares. Ele possui todo o conhecimento sobre a empresa e sabe a melhor forma de solucionar cada tipo de problema corporativo.

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Jequiti vai às origens para renovar sua marca

Em reposicionamento, empresa de cosméticos recorre à história do fundador Silvio Santos e aos programas do SBT

Foi na exposição sobre Silvio Santos, organizada pelo Museu da Imagem e do Som (MIS) em São Paulo no início deste ano, que a equipe de marketing da Jequiti, empresa de cosméticos do apresentador de televisão, decidiu se apropriar dos ícones da história do dono do SBT para construir o reposicionamento da marca, cuja campanha estreia na quinta-feira.

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A nova geração nas empresas familiares

                         Por Domingos Ricca, ricca@empresafamiliar.com.br

 

As empresas familiares representam uma parte significativa da economia brasileira, cerca de 85% do parque empresarial do Brasil.  Além de ser o sonho do fundador, perpetuar essas empresas é fundamental para equilíbrio da economia do país.

Entretanto, realizar essa tarefa requer alguns cuidados, ainda mais quando a geração que irá assumir é caracterizada como “geração Z”. A geração, composta por pessoas nascidas na década de 90, as quais são antenadas, dinâmicas e tecnológicas.

Os jovens, que possuem pouco mais de 20 anos, estão trazendo novos desafios, pois estão acostumados a executar múltiplas tarefas e não gostam de perder tempo nem ficarem parados, sendo um de seus principais atributos o imediatismo. Tais características são fundamentais para que a empresa inove e busque modernidade, tornando-a competitiva dentro do mercado.

Contudo, é necessário que essa transição de geração para geração seja feita com muita cautela, pois esse dinamismo faz com que esses jovens não se fixem em uma mesma empresa por longos períodos. O grande desafio é como tornar um jovem dessa geração, um líder apto para assumir o comando de uma empresa familiar.

O processo é longo, em virtude de que não se conquista a confiança dos colaboradores da noite para o dia e nem se possui a mesma de imediato para um cargo de tão alto nível. Para que isso ocorra temos que seguir 3 passos:

  • Saber se o sucessor tem interesse em atuar nos negócios da família: o sucessor não pode assumir a empresa somente por ser parente do fundador, é importante que ele tenha competência e interesse para assumir um cargo na organização familiar;
  • Garantir um processo de qualificação: colocá-lo para vivenciar o dia a dia, a rotina de todas as áreas da empresa, é fundamental para o crescimento do sucessor e é importante que esse processo seja realizado com tempo e tendo, de preferência, a condução do fundador, pois ele servirá como mentor durante toda a formação;
  • Começar atuando de baixo, para poder entender a estrutura e suas operações junto aos demais colaboradores: transmitir a cultura e os valores da empresa, fazendo com que o sucessor se adapte ao modelo organizacional, respeitando as regras já estabelecidas pelo fundador e conquistando a confiança e respeito dos demais colaboradores.

É muito comum que haja conflitos oriundos de situações vinculadas a adoção de modernidades, que ao sucessor parecem fundamentais, e pela ótica do fundador são questões supérfluas. Porém, ao realizar a sucessão, as características do sucessor devem ser preservadas, de maneira a trazer o que há de melhor em sua geração: inovação e criatividade.

Assim como os jovens dessa geração, as empresas também precisam estar em constante evolução, e terão como principal desafio atualizar os negócios, criar novos modelos de liderança e um plano de carreira atrativo para reter os talentos da nova geração para ajudarem as empresas familiares em um futuro próximo e se consolidarem cada vez mais no mercado.

 

Domingos Ricca é Sócio-Diretor da Ricca & Associados Consultoria e Treinamento e da Revista Empresa Familiar. Consultor especializado em Governança Corporativa para Empresas Familiares. Palestrante e Conferencista nacional e internacional. Conselheiro da FIERGS. Administrador, MBA em Gestão pela Wisconsin University,  PhD em Administração pela Florida Christian University. Certificado em Governança Corporativa pela SQS Suíça. Autor dos seguintes livros: Governança Corporativa nas Empresas Familiares: Sucessão e Profissionalização. Editora CL-A. São Paulo, 2012; Sucessão nas Empresas Familiares: Conflitos e Soluções. Editora CL-A. São Paulo, 2006; Da Empresa Familiar à Empresa Profissional. Editora CL-A. São Paulo, 1998.

 

Este artigo reflete as opiniões do autor e não deve ser interpretado como opinião da B3 ou como recomendação de investimento. A B3 não se responsabiliza nem pode ser responsabilizada pelas informações acima ou por prejuízos de qualquer natureza em decorrência de seu uso para qualquer finalidade.

 

Prisão de Wesley Batista força JBS a acelerar sucessão

Uma das maiores companhias de alimentos do mundo, a JBS amanheceu ontem sem dirigente e viu-se forçada a pensar a sucessão de Wesley Batista, medida que a cúpula da empresa vinha tentando postergar. Acusado de valer-se de informação privilegiada para lucrar no mercado acionário e de câmbio, Wesley teve a prisão decretada. Seu irmão, Joesley, já estava preso desde domingo, acusado de omitir informações em sua delação.

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Fatia de 12% da Magazine Luiza hoje vale mais que empresa toda há um ano

 

 

 

 

 

 

O momento parece ser o melhor possível para a oferta de ações do Magazine Luiza, que pode captar R$ 1,8 bilhão. A varejista vai conseguir levantar, vendendo cerca de 12% do seu capital, mais do que o negócio inteiro valia na Bolsa um ano atrás. Em setembro de 2016, o Magazine Luiza tinha um valor de mercado de cerca de R$ 1,5 bilhão. De lá pra cá, a cifra superou os R$ 10 bilhões.

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Grupo DPSP, das Drogarias Pacheco e São Paulo, tira da gaveta plano de IPO

O grupo DPSP, dono das drogarias Pacheco e São Paulo, está retomando as conversas para abrir seu capital. Em 2011, na época da fusão das duas marcas, o assunto já havia sido cogitado, mas só agora voltou à mesa. O movimento não é à toa: a cada dia cresce mais a representatividade das farmácias no varejo brasileiro. O plano, entretanto, está em fase inicial e nenhum banco ainda foi contratado para pôr a oferta de ações em pé. No passado, a americana CVS, que no Brasil já detém a marca Onofre, assediou a DPSP, mas as conversas não avançaram.

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Camargo Corrêa vai fazer IPO da Loma Negra em NY

O grupo empresarial Camargo Corrêa entrou ontem com pedido de abertura de capital da cimenteira Loma Negra, da Argentina, na Bolsa de Nova York. O prospecto foi protocolado no início da noite na Securities and Exchange Comission (SEC), a CVM americana. Além do mercado de capitais americano, a oferta de papéis será estendida na bolsa argentina, segundo informaram fontes a par da operação.

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