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A Cigarra, a Formiga e a Previdência

A cigarra passou o verão cantando enquanto a formiga juntava seus grãos. Quando chegou o inverno, a cigarra veio à casa da formiga para pedir que lhe desse o que comer. A formiga então perguntou a ela:

— E o que é que você fez durante todo o verão?
— Durante o verão eu cantei, disse a cigarra.

A formiga respondeu:— Muito bem pois, agora, dance!

“A Cigarra e a Formiga” é uma das fábulas infantis mais famosas. Fábulas são histórias curtas usadas para passar um ensinamento a quem as escuta. A narrativa costuma ser atribuída a Esopo, autor da Grécia Antiga e precursor do gênero literário. Durante o verão, a cigarra passa os dias cantando, enquanto a formiga trabalha de forma diligente reunindo alimentos para sobreviver no inverno. Quando esse chega, a cigarra não tem o que comer e pede à outra para partilhar a comida dela. A formiga recusa, falando que a Cigarra passou o verão cantando e agora precisa “se virar”.

Tal como na fábula de Esopo, todos somos um pouco (ou muito) formiga e um pouco (ou muito) cigarra. Se você é leitor deste texto, provavelmente, deve ter mais de formiga que de cigarra.

Mas não basta somente juntar recursos no presente para garantir o futuro. Temos de cuidar dessas reservas e pensar não somente na rentabilização do patrimônio, mas também em questões tributárias e sucessórias. E é sobre isso que trata o presente texto, com foco especial sobre Previdência Privada.

 

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